Delito moral: a raiz da corrupção empresarial no “jeitinho brasileiro”

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Empresa de Consultoria Comportamental em Ética e Desenvolvimento em Recursos Humanos

 

Por Samuel Sabino

Nas redes sociais, na mídia e em todos os meios onde há voz, estão povoados de questionamentos, argumentações e até conflitos ligados ao que nós englobamos a esfera da corrupção. Haja vista os recentes escândalos envolvendo alimentos e operações da polícia federal.

O fato é que somos uma sociedade cada vez mais questionadora; inclinando nossa evolução rumo a um reflexo extremamente positivo. Um dos elementos centrais se dá pelo acesso à informação – que está cada vez mais fácil; e a postura de colocar pautas em discussão dentro do que é cotidiano como as redes sociais.

Estamos começando a aprimorar um processo de conscientização moral. Aos poucos afastamos nossos pensamentos de atitudes reprováveis que beiram a barbárie, porém ainda há um longo caminho a se percorrer. Isso porque muitas dessas posturas ainda estão ligadas às pessoas na forma de cultura. O famoso “jeitinho brasileiro” é algo cultural. O “malandro”, que aplica a antiga “lei de Gerson”, que busca levar vantagem em tudo, ainda é uma figura quase folclórica brasileira.

Não é a toa que dentro das empresas, de órgãos públicos, a preocupação com o benefício à curto prazo ainda é uma postura que leva à corrupção. O brasileiro é ensinado de pequeno que é errado ser deixado para trás, e que para evitar isso ele deve ser mais esperto e deixar os outros para trás antes. E é ai, nos pequenos delitos – nos “jeitinhos” -, que coisas que parecem pequenas e sem importância ganham o caráter das primeiras corrupções.

A raiz da corrupção não está ligada a qualquer golpe grande. A escala de um ato corrupto não pode ser medida apenas pelos milhões desviados, pelas milhões de pessoas afetadas. O ato mais simples tem repercussão e importância e planta raízes no que nem sempre é crime pela lei, mas muitas vezes é crime moral.

Um exemplo simples é o da procrastinação. Procrastinar não é algo que fere financeiramente ninguém na empresa, certo? Você conhece o tempo do seu trabalho; sabe que vai dar tempo para fazer tudo, então pode perder mais alguns minutos vendo um vídeo na internet, correto? Bom, na verdade se a sua empresa permite isso, então está mesmo certo.

Se a empresa reconhece que o bem estar do funcionário está ligado a essa liberdade de gerenciar o tempo; e que acredita que ele dará conta do trabalho e o fará melhor por poder relaxar, então isso não é uma postura errada. Agora, se a empresa não aprova isso; se ela até bloqueia a internet – mas o funcionário da um “jeitinho” através de qualquer ferramenta -, então não importa se o funcionário entrega tudo em dia – temos aqui um conflito de valor estabelecido.

A política da empresa proíbe aquilo; e mesmo que o funcionário terminasse todo o trabalho na metade do dia útil e ficasse “sem nada para fazer” mais 4 horas, não acessar o vídeo seria o correto. Ao driblar o sistema, o funcionário rouba da empresa. Rouba dela o tempo que ele vende como funcionário. Rouba dela recursos como banda de internet, energia elétrica. São valores ínfimos às vezes, mas ainda assim é um delito.

Talvez o chefe veja – saiba disso; o diretor também, assim como o dono. Talvez eles não se importem, porque também fazem isso. Mas nesse caso o certo seria alterar a política da empresa. De repente até liberar a internet. Mas enquanto a política não é alterada – mudança de valores – aquilo continua sendo um delito moral, mesmo que não seja reconhecível ou cobrado como delito legal – o ideal de uma boa política é aquela que as condutas apropriadas são antes passadas pelo crivo do acordo.

É nessas pequenas “tiradas de proveito” que nascem posturas de pensamento não refletido sobre o que é ético. É ai que começa a corrupção. Talvez precisemos rever metodologias de trabalho? Sim, é bem provável. Porém, enquanto isso não ocorre deve-se evitar o pequeno delito moral.

Tudo que começa a desrespeitar a postura ética, cresce como cultura para desrespeitar a postura legal. É assim que começa; e o fim está no mal-estar gerado a milhares de brasileiros que tem sua dignidade ferida através de “carnes podres”, fundos desviados e todas as outras grandes corrupções que mancham as páginas dos jornais.

Para mudar isso é preciso buscar uma compreensão profunda da ética. O meio empresarial é onde ela mais terá reflexo nos outros, mas ela sempre partirá de dentro da reflexão interna de cada pessoa. Empresas são grupos de pessoas em primeiro lugar e a moral está ligada ao modo de uma pessoa tratar a outra considerando o respeito ou responsabilidade acima de tudo.

Forte abraço

Samuel Sabino

Filósofo e Bioeticista

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“Carne Fraca”: quando a falta de Ética agride a integridade humana

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Por Samuel Sabino

 

O ser humano é uma criatura dotada de dignidade. Uma vez que ele se torna consciente dela, faz de tudo para que esta se mantenha intacta. É por isso que na última sexta-feira (17/03) houve uma comoção tão grande de desconforto e revolta envolvendo a megaoperação da Polícia Federal, a nomeada como Carne Fraca. 

O trabalho da polícia revelou e desmontou um esquema envolvendo propina e funcionários do Ministério da Agricultura, que teriam liberado carnes para venda sem passar pela devida fiscalização. O esquema também envolveria funcionários de alguns frigoríficos, que possuiriam irregularidades ligadas ao uso de produtos químicos para mascarar carnes vencidas e de água para aumentar o peso dos produtos comercializados. 

A possibilidade de que produtos adulterados – e acima de tudo impróprios para consumo – terem ido parar na mesa da população deixou o país em revolta e alerta, mesmo que ainda não haja explicações detalhadas de todo o ocorrido. Ainda não houve pronunciamento oficial envolvendo marcas que devem ser evitadas, porém, vários países pararam as exportações temporariamente, indicando o mesmo medo dos brasileiros, o de ter sua dignidade ferida através do consumo de um alimento que pode ser prejudicial à saúde. 

Independente das investigações – dadas às irregularidades como: possíveis fraudes, propinas e corrupção – denunciadas pela operação, o que precisamos colocar em debate é a falta de Ética praticada pelas empresas denunciadas. Quando há irresponsabilidade Ética nas corporações, nasce uma conduta institucional irregular cujo resultado é a perda da confiança, credibilidade, respeito, ou até mesmo comprometendo a saúde e dignidade do cliente. 

O modelo mental deste tipo de corporativo envolvido está ligado ao que chamamos na filosofia de Maquiavélico Negativo. Nesse modelo o fim último, ou seja, o propósito da organização é o lucro e somente o lucro – e não o bem estar de seus clientes. Isso era algo aparentemente aceitável no século XX, mas vem mudando junto com diversas posturas e novos paradigmas do século XXI. 

Nem sempre a ferida na dignidade é notada, porém, quando a mídia esclarece a população através da divulgação dos fatos, é possível notar que não apenas leis foram quebradas, mas acima delas, a conduta moral foi ignorada. Mesmo que haja grande competitividade no meio corporativo, o ideal para as empresas seriam um pensamento a médio e a longo prazo envolvendo as melhores práticas, isto é, a Ética. 

Não é o bastante que a lei seja atendida. O problema é moral; e não apenas legal. Um exemplo disso é a escravidão. Na época em que ela foi vigente, era legalizada. Entretanto, a moral continuava a ser quebrada – considerando-se o homem sempre como fim último, pois é detentor de dignidade. A lei só se modificou depois que o princípio moral atingiu um nível de esclarecimento dentro da população de o quanto tais condutas eram antiéticas. 

Todos os envolvidos na “Carne Fraca” sabiam do ocorrido e tinham consciência de que quebravam a lei – entendimento -; no entanto, isso prova que apenas saber das leis não será impecílio para que a barbárie predomine o comportamento humano. É preciso que haja investimento profissional no nível de esclarecimento das questões Éticas para a humanidade – é o que chamamos de Inner Compliance. 

Somente através da luz da Ética sobre as práticas corporativas é que será possível evitar situações como essa. A esfera da moral – que é anterior à lei – é a que verdadeiramente precisa ser mudada. Apenas com a real interiorização de valores éticos positivos que alcançaremos mudanças em nossa cultura corporativa. O verdadeiro problema não está no sintoma, a “Carne Podre”, está na moral distorcida de quem atua no dia a dia das empresas que se deixam corromper em busca de benefícios a curto prazo.

Forte abraço

Samuel Sabino

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Professor e Filósofo Samuel Sabino é fonte sobre ética empresarial

Acadêmico propõe reflexão sobre ética dentro do meio corporativo através de seu curso sobre Inner Compliance

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Por muitos anos reflexões sobre a ética se restringiram ao meio acadêmico. Dentro das organizações empresariais ela se limitava a um olhar superficial e cansativo, que na maior parte das vezes tornava tudo muito mais difícil de interiorizar através de uma real reflexão. Justamente por entender essa lacuna de compreensão muitas empresas caem em problemas que vão da organização interna, passam pela corrupção e acabam no mal atendimento a seus clientes. Identificando esse cenário, o professor e filósofo Samuel Sabino desenvolveu um curso de Inner Compliance com a proposta de trazer uma interiorização de conceitos éticos de forma lúdica e prática.

Sabino é graduado em filosofia, mestre em bioética e doutorando. Pela Anhembi Morumbi encontra-se cursando um MBA em gestão de Negócios. Atua como professor na escola de negócios da própria Anhembi. E agora abre a Éticas Consultoria para poder ofertar seu curso com intuito de trazer uma compreensão da ética ao mundo empresarial que realmente seja um divisor de águas. “Nossa proposta é levar às empresas uma solução que as ajude antes mesmo de problemas maiores existirem; práticas como a corrupção empresarial podem ser refletidas e evitadas quando se compreende verdadeiramente o papel da ética no meio corporativo”, ele relata.

Atuando no meio acadêmico o professor percebeu que havia uma lacuna de entendimento sobre a ética dentro das empresas, que fazia com que a prática fosse afetada, não por desconhecimento ou mesmo por falta de vontade, mas principalmente por uma não absorção da ética através de um nível superior de esclarecimento. “Não basta a consideração sobre o que é a lei. As posturas só mudam realmente quando há uma compreensão profunda da ética”. Foi baseado nessa proposta de valor, que ele fundou a Éticas.

A posposta do curso é simples, proporcionar uma melhora de relacionamento interno e externo nas empresas – interdependência -, que as possibilite oferecer um serviço melhor. O curso de quatro horas apresenta conceitos e propostas de discussão e reflexão através de sete estudos de caso que auxiliam a empresa observar cenários que realmente possam ser assimilado à sua conduta diária. “Hoje vivemos uma época em que as relações empresariais e cotidianas estão cada vez mais ligadas ao que é correto – as boas práticas”, conta Sabino, “O século XXI manifesta cada vez mais um estado de intolerância aos intolerantes”.

A conduta apropriada vem sendo observada e determinando o sucesso ou a queda de diversos profissionais, haja visto casos como a recente perda de patrocínio do canal Pewdiepie pela Disney. Os questionamentos não estão mais apenas nas qualidades das produções, pois produtos e serviços são quase garantidamente eficientes; o que determina a boa qualidade num todo é o fechamento com as relações humanas. “A ideia no trabalho com Inner Compliance é justamente trazer a ligação racional que as pessoas têm com a lei para uma esfera de conduta anterior, a da moral, algo que através de esclarecimento é possível”, explica Sabino.

O mercado empresarial agrega assim valor a toda a sua estrutura de recursos humanos. Sabino ainda apresenta um workshop gratuito de cerca de uma hora, fazendo uma introdução aos conceitos que serão trabalhados para que os empresários entendam a proposta do curso. Esse workshop pode ser solicitado a ele através de seu site. “O workshop ajuda a mostrar como a ética  que muitas vezes fica fechada ao meio acadêmico -, no seu âmbito mais útil  o da discussão e esclarecimento  não vem para a prática do mundo empresarial. Precisamos compreender que esse conhecimento é necessário nas empresas, podendo inclusive auxiliá-las no combate a práticas de corrupção”.

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Entrevista NOSSO PROGRAMA-RIT – Ética na Sociedade

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Na ocasião tivemos a oportunidade de um breve bate-papo sobre a Ética na Sociedade. Falamos também das Virtudes e Vícios na formação dos filhos. Como a política necessita de pessoas não apenas com entendimento sobre o que fazer, mas a importância de sempre convidar o discurso da Ética para o “Esclarecimento”. A liberdade também foi um dos conceitos centrais do diálogo da Ética. Sem escolha não há por sua vez a possibilidade de sujeitos Éticos, por isso, ao entendermos esta condição de nossa existência, o que nos sobra no fim é um maior nível de compreensão sobre nossas responsabilidades.

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Vídeo Institucional – Éticas Consultoria

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Nosso vídeo Institucional lhe dará uma breve ideia do nosso projeto para o corporativo. Participe dos nossos Workshop e conheça o Inner Compliance-IC. E entenda como sua empresa pode desenvolver uma cultura Ética para as melhores práticas e condutas.

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O Mestre entre as Virtudes e os Vícios das Condutas – Compreendendo a Ética

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Filme: Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera

Na Grécia antiga a preocupação dos gregos estava na formação do homem virtuoso (apesar do vídeo tratar-se de uma cultura budista o intuito é revelar a condição humana). É exatamente nesse ponto que começamos a compreender que a Ética ganha o seu verdadeiro espaço. Nossas condutas estão ora em virtudes, ora em vícios.

A passagem de um estado para o outro é a própria manifestação da Ética. Quando nos encontramos em condutas viciosas é a Ética – como ciência – que fará o papel de observar e propor aquilo que chamaríamos de boa conduta ou conduta virtuosa.

No entanto, superando o discurso da obviedade, o vídeo nos mostra que é muito provável que nós seres humanos venhamos a nascer viciosos. Por um único motivo; nascemos humanos, mas precisamos buscar a nossa humanidade. Note então que entre o humano e a humanidade está em mesma medida a saída dos vícios para as virtudes.

Superar o discurso da obviedade quer dizer que tanto a Ética como a própria virtude não é uma condição natural da existência do homem, mas uma condição que se conquista em um processo contínuo de esclarecimento, assim como afirmara o filósofo Immanuel Kant em seu texto intitulado “O que é Esclarecimento”.

No processo que se conquista – esclarece – o universo das relações humanas, ao mesmo tempo quebra-se o discurso da obviedade e por sua vez a banalização do tema. Percebemos que ao falar sobre a Ética, vamos desbanalizando e ganhando autonomia e responsabilidade sobre si mesmo e sobretudo o outro.

O papel do mestre revela exatamente esse momento. Ele reconhece a conduta viciosa do garoto – condição natural de sua própria existência – e na qualidade de tutor o esclarece e o emancipa sobre sua conduta inapropriada. Nesse caso foi usado o caminho da antipatia X empatia.

O entendimento da ética entre vícios X virtudes se revela também no discurso entre antipatia X empatia.

Muitas vezes não agimos com responsabilidade nas relações simplesmente porque não foi caracterizado na relação a empatia. Quando o mestre sensibiliza o pequeno garoto a sair de seu estado de antipatia – em relação aos animais – para o estado de íntima compaixão, ou seja, colocar-se no lugar do outro, o estado vicioso se extirpa para dar lugar a futuras condutas virtuosas.

No entanto, vale ressaltar que mesmo atingindo essa condição de empatia, o discurso ou conduta Ética não será garantido para as próximas relações, pois mesmo com a nova experiência de empatia o garoto terá sempre que se convidar a responsabilidade da conduta Ética. Dizendo e se convidando sempre a seguinte questão: – Estou eu disposto mais uma vez agir com responsabilidade diante deste novo fato? Quero eu nesse momento ser responsável?

Por fim, a Ética é para o homem um eterno convite. Por outro lado, a sua liberdade lhe dará o direito a se convidar ou não a Ética; seja por empatia ou pelo simples princípio de ser ético.

Forte abraço

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Conheça o Nosso Projeto

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Meu nome é Samuel Sabino. Sou o fundador da Éticas Consultoria.

A éticas Consultoria surgiu dentro do Universo Acadêmico, em meio a aulas de filosofia e bioética. Com o passar dos anos a ética foi gradativamente se revelando e justificando sua verdadeira importância para as relações humanas.

Notei com o passar do tempo que o discurso da ética não era tão simples compreender e que a grande maioria das pessoas tinham uma perspectiva limitada ou distorcida sobre sua verdadeira natureza.

Percebi também que o acesso a este tipo de conhecimento, sobretudo acadêmico, era limitado a poucas pessoas. E que a grande maioria da população não tinha um nível suficiente de esclarecimento.

Foi exatamente ao identificar a carência e a necessidade de melhor esclarecer os assuntos acerca da ética que surgiu o projeto Éticas Consultoria, mais especificamente o INNER COMPLIANCE – IC.

O INNER COMPLIANCE da Éticas Consultoria – www.eticas.com.br – é acessível a qualquer público, no entanto, o IC foi elaborado para o ambiente corporativo.

Nesse sentido encontraremos no IC a linguagem direcionada para o ambiente de trabalho, mas, paralelamente, no VLOG temas gerais ou específicos sobre ética também acontecerão.

A ideia central é criar uma familiaridade com a ciência da conduta – ética -, para que a médio e a longo prazo se desenvolva em nosso país, nossas empresas, nossos relacionamentos, cada vez mais uma cultura ética.

O século XXI nos revela a cada ano que passa que não somente haverá uma necessidade de nos preocuparmos com a qualidade dos produtos e serviços, mas que também haja qualidade na produção das condutas, ou seja, cada vez mais relações com maior nível de conduta ética.

Sejam todos bem-vindos ao universo da ética, afinal, ética é a ciência da felicidade e todos, indiscutivelmente, a buscam em todo momento.

Forte abraço

Samuel Sabino

Filósofo e Bioeticista.

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