A corrupção na cultura, visão e conduta empresarial: onde começou o caso Odebrecht?

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Por Samuel Sabino

O caso Odebrecht é talvez um dos maiores escândalos existentes na sociedade brasileira dos últimos tempos. Tanta comoção só foi equiparada a acontecimentos como o Mensalão, e foi graças à notoriedade de fatos como esses que hoje muito mais atenção é voltada a discussões de grandes episódios de corrupção. Pode se dizer que eles abriram os olhos da população para reflexões produtivas em cima da conduta moral das empresas e governos. No cunho empresarial, a imagem da empresa se desgastou de tal forma que o próprio mercado enfrenta uma reeducação de suas posturas éticas. Muitas organizações buscam se prevenir, mas a maioria ainda está só no começo da compreensão de que essa não é uma discussão legal, e sim moral.

Para analisarmos esse problema é preciso considerar alguns elementos. No mundo natural encontramos constantemente o movimento de causa e efeito, inclusive nas relações humanas. Cada ação advinda dessa relação é definida por uma conduta. Quando questionamos o valor de uma conduta, no caso a ação de corrupção, temos de buscar seu motivador. Aqui podemos considerar três princípios motivadores fundamentais: (1º) apenas eu sou merecedor de bem estar e dignidade; (2º) a maioria das pessoas é merecedora desse mesmo bem estar e dignidade; (3º) todos são detentores de dignidade e merecem bem estar.

O primeiro princípio, o puramente egoísta, está muitas vezes interligado ao poder. Muitos que usufruem desta qualidade de princípio para conduzir suas ações, a fim de conquistar o seu objetivo, poderá afirmar tranquilamente que os fins justificam os meios, já que o fim aqui é conquistar ou manter o poder. Ainda que ele possa ferir a felicidade ou dignidade daqueles a seu redor, a seus olhos sua conduta é confortavelmente justificada. Seu pensamento é: ”fiz o que fiz porque desejei a minha felicidade, o meu poder, naquele exato momento”. Esse indivíduo pensa em curto prazo, se tornando incapaz de abrir mão da própria soberania. É aqui que as empresas corruptas se posicionam.

O segundo princípio, o de buscar a felicidade do maior número de pessoas, já despotencializa o primeiro, que é puramente egoísta. Nota-se aqui uma significativa evolução rumo ao que entendemos por humanidade, mas que ainda não abarca o todo. Apesar dos esforços, o “todo” é difícil de atingir, principalmente pela inegável dificuldade em equilibrar igualdade e equidade nas condutas. Apesar disso, já um pensamento melhor do que o anterior. É aqui que a maioria das empresas acaba se posicionando.

O terceiro princípio, o que reconhece que todos são detentores de dignidade, é o mais nobre. Apesar da sua grande dificuldade em superar sua própria condição utópica, ele não deixa de ser o grande objetivo para um mundo verdadeiramente justo para todos. Ainda que sua condição seja ideal, mas impossível 100%, ele é o princípio que deverá nortear todas as condutas, buscando a convivência mais plena e digna. Trocando em miúdos, o mínimo que podemos estabelecer enquanto ético é o segundo princípio, mas sempre na tentativa de conquistar o terceiro. Na segunda postura há uma ética que mostra entendimento, e na terceira, a busca pelo esclarecimento, uma verdadeira maturidade intelectual sobre a ética.

Dessa forma, podemos entender que o caso Odebrecht começou quando as ações estavam ligadas ao primeiro princípio, que considera os interesses pessoais como sua guia de ação. Mesmo quando um grupo é beneficiado é somente uma minoria. Ou seja, nem atinge à segunda proposta de conduta, onde ao menos a maioria é beneficiada. O fato começa na ética menos nobre, na moral egoísta ou na ausência de moral.

Isso nos leva à consideração de outro aspecto da situação, o do tipo de visão que motivou essa conduta: a visão em curto prazo. Esse tipo de visão deixa armadilhas a médio e em longo prazo, sobretudo em situações que mais tarde serão punidas pela lei, sem contar o comprometimento da imagem da empresa. O fator seguinte é o da cultura. Entende-se como qualidade da cultura dessa empresa que, ao menos naquele momento ou gestão, ela tem um comando egocêntrico e individualista – já que isso parte do princípio de pensamento de quem está nessa posição de decisão e quer manter ou conquistar o poder a todo custo.

Disso surge o problema que levou à Odebrecht a enfrentar toda essa situação. Visão somada a conduta e cultura alinhadas a esses valores negativos, geraram a corrupção. Entende-se corrupção como um ato de deterioração (do nome da empresa), de modificação (do fim ultimo da empresa que era ser uma construtora) e adulteração (quando se sai dos interesses maiores da empresa para se atender aos interesses de um grupo menor de pessoas).

Isso nos ajuda a entender e a elucidar que não foi a empresa Odebrecht que foi corrupta. Há uma gama de funcionários e até de ações positivas que compõem a empresa, que nada tinham a ver com isso. A corrupção vem do grupo de “governantes”, representantes ou líderes daquela específica gestão da empresa. A empresa é muito mais do que eles; apesar de que foram eles que conduziram a atitudes corruptas. Eles corromperam o propósito da organização para um fim particular, através de, por exemplo, o uso de suborno ativo ou passivo.

Por fim, analisando todos esses fatores, chegamos a conclusão de como prevenir situações semelhantes: respeitando o fim último da empresa. Como organização ela tem responsabilidades como continuar existindo a curto, médio e longo prazo. Ela deve trazer lucro, exercer sua função proposta, manter-se contínua. Para que isso seja feito é preciso que haja na empresa uma cultura que considera fomentar o diálogo da ética em nível de entendimento e, posteriormente, esclarecimento. Esse é o ideal para que se mantenha a dignidade humana, que é o propósito final da ética como já dizia o filósofo Immanuel Kant. A dignidade constrói uma sociedade saudável e quando as empresas são guiadas por essa máxima elas se mantem livres de corrupção, respeitando a moral antes da lei, evitando que até mesmo essa seja quebrada.

Forte abraço

Samuel Sabino

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Delito moral: a raiz da corrupção empresarial no “jeitinho brasileiro”

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Por Samuel Sabino

Nas redes sociais, na mídia e em todos os meios onde há voz, estão povoados de questionamentos, argumentações e até conflitos ligados ao que nós englobamos a esfera da corrupção. Haja vista os recentes escândalos envolvendo alimentos e operações da polícia federal.

O fato é que somos uma sociedade cada vez mais questionadora; inclinando nossa evolução rumo a um reflexo extremamente positivo. Um dos elementos centrais se dá pelo acesso à informação – que está cada vez mais fácil; e a postura de colocar pautas em discussão dentro do que é cotidiano como as redes sociais.

Estamos começando a aprimorar um processo de conscientização moral. Aos poucos afastamos nossos pensamentos de atitudes reprováveis que beiram a barbárie, porém ainda há um longo caminho a se percorrer. Isso porque muitas dessas posturas ainda estão ligadas às pessoas na forma de cultura. O famoso “jeitinho brasileiro” é algo cultural. O “malandro”, que aplica a antiga “lei de Gerson”, que busca levar vantagem em tudo, ainda é uma figura quase folclórica brasileira.

Não é a toa que dentro das empresas, de órgãos públicos, a preocupação com o benefício à curto prazo ainda é uma postura que leva à corrupção. O brasileiro é ensinado de pequeno que é errado ser deixado para trás, e que para evitar isso ele deve ser mais esperto e deixar os outros para trás antes. E é ai, nos pequenos delitos – nos “jeitinhos” -, que coisas que parecem pequenas e sem importância ganham o caráter das primeiras corrupções.

A raiz da corrupção não está ligada a qualquer golpe grande. A escala de um ato corrupto não pode ser medida apenas pelos milhões desviados, pelas milhões de pessoas afetadas. O ato mais simples tem repercussão e importância e planta raízes no que nem sempre é crime pela lei, mas muitas vezes é crime moral.

Um exemplo simples é o da procrastinação. Procrastinar não é algo que fere financeiramente ninguém na empresa, certo? Você conhece o tempo do seu trabalho; sabe que vai dar tempo para fazer tudo, então pode perder mais alguns minutos vendo um vídeo na internet, correto? Bom, na verdade se a sua empresa permite isso, então está mesmo certo.

Se a empresa reconhece que o bem estar do funcionário está ligado a essa liberdade de gerenciar o tempo; e que acredita que ele dará conta do trabalho e o fará melhor por poder relaxar, então isso não é uma postura errada. Agora, se a empresa não aprova isso; se ela até bloqueia a internet – mas o funcionário da um “jeitinho” através de qualquer ferramenta -, então não importa se o funcionário entrega tudo em dia – temos aqui um conflito de valor estabelecido.

A política da empresa proíbe aquilo; e mesmo que o funcionário terminasse todo o trabalho na metade do dia útil e ficasse “sem nada para fazer” mais 4 horas, não acessar o vídeo seria o correto. Ao driblar o sistema, o funcionário rouba da empresa. Rouba dela o tempo que ele vende como funcionário. Rouba dela recursos como banda de internet, energia elétrica. São valores ínfimos às vezes, mas ainda assim é um delito.

Talvez o chefe veja – saiba disso; o diretor também, assim como o dono. Talvez eles não se importem, porque também fazem isso. Mas nesse caso o certo seria alterar a política da empresa. De repente até liberar a internet. Mas enquanto a política não é alterada – mudança de valores – aquilo continua sendo um delito moral, mesmo que não seja reconhecível ou cobrado como delito legal – o ideal de uma boa política é aquela que as condutas apropriadas são antes passadas pelo crivo do acordo.

É nessas pequenas “tiradas de proveito” que nascem posturas de pensamento não refletido sobre o que é ético. É ai que começa a corrupção. Talvez precisemos rever metodologias de trabalho? Sim, é bem provável. Porém, enquanto isso não ocorre deve-se evitar o pequeno delito moral.

Tudo que começa a desrespeitar a postura ética, cresce como cultura para desrespeitar a postura legal. É assim que começa; e o fim está no mal-estar gerado a milhares de brasileiros que tem sua dignidade ferida através de “carnes podres”, fundos desviados e todas as outras grandes corrupções que mancham as páginas dos jornais.

Para mudar isso é preciso buscar uma compreensão profunda da ética. O meio empresarial é onde ela mais terá reflexo nos outros, mas ela sempre partirá de dentro da reflexão interna de cada pessoa. Empresas são grupos de pessoas em primeiro lugar e a moral está ligada ao modo de uma pessoa tratar a outra considerando o respeito ou responsabilidade acima de tudo.

Forte abraço

Samuel Sabino

Filósofo e Bioeticista

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Professor e Filósofo Samuel Sabino é fonte sobre ética empresarial

Acadêmico propõe reflexão sobre ética dentro do meio corporativo através de seu curso sobre Inner Compliance

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Por muitos anos reflexões sobre a ética se restringiram ao meio acadêmico. Dentro das organizações empresariais ela se limitava a um olhar superficial e cansativo, que na maior parte das vezes tornava tudo muito mais difícil de interiorizar através de uma real reflexão. Justamente por entender essa lacuna de compreensão muitas empresas caem em problemas que vão da organização interna, passam pela corrupção e acabam no mal atendimento a seus clientes. Identificando esse cenário, o professor e filósofo Samuel Sabino desenvolveu um curso de Inner Compliance com a proposta de trazer uma interiorização de conceitos éticos de forma lúdica e prática.

Sabino é graduado em filosofia, mestre em bioética e doutorando. Pela Anhembi Morumbi encontra-se cursando um MBA em gestão de Negócios. Atua como professor na escola de negócios da própria Anhembi. E agora abre a Éticas Consultoria para poder ofertar seu curso com intuito de trazer uma compreensão da ética ao mundo empresarial que realmente seja um divisor de águas. “Nossa proposta é levar às empresas uma solução que as ajude antes mesmo de problemas maiores existirem; práticas como a corrupção empresarial podem ser refletidas e evitadas quando se compreende verdadeiramente o papel da ética no meio corporativo”, ele relata.

Atuando no meio acadêmico o professor percebeu que havia uma lacuna de entendimento sobre a ética dentro das empresas, que fazia com que a prática fosse afetada, não por desconhecimento ou mesmo por falta de vontade, mas principalmente por uma não absorção da ética através de um nível superior de esclarecimento. “Não basta a consideração sobre o que é a lei. As posturas só mudam realmente quando há uma compreensão profunda da ética”. Foi baseado nessa proposta de valor, que ele fundou a Éticas.

A posposta do curso é simples, proporcionar uma melhora de relacionamento interno e externo nas empresas – interdependência -, que as possibilite oferecer um serviço melhor. O curso de quatro horas apresenta conceitos e propostas de discussão e reflexão através de sete estudos de caso que auxiliam a empresa observar cenários que realmente possam ser assimilado à sua conduta diária. “Hoje vivemos uma época em que as relações empresariais e cotidianas estão cada vez mais ligadas ao que é correto – as boas práticas”, conta Sabino, “O século XXI manifesta cada vez mais um estado de intolerância aos intolerantes”.

A conduta apropriada vem sendo observada e determinando o sucesso ou a queda de diversos profissionais, haja visto casos como a recente perda de patrocínio do canal Pewdiepie pela Disney. Os questionamentos não estão mais apenas nas qualidades das produções, pois produtos e serviços são quase garantidamente eficientes; o que determina a boa qualidade num todo é o fechamento com as relações humanas. “A ideia no trabalho com Inner Compliance é justamente trazer a ligação racional que as pessoas têm com a lei para uma esfera de conduta anterior, a da moral, algo que através de esclarecimento é possível”, explica Sabino.

O mercado empresarial agrega assim valor a toda a sua estrutura de recursos humanos. Sabino ainda apresenta um workshop gratuito de cerca de uma hora, fazendo uma introdução aos conceitos que serão trabalhados para que os empresários entendam a proposta do curso. Esse workshop pode ser solicitado a ele através de seu site. “O workshop ajuda a mostrar como a ética  que muitas vezes fica fechada ao meio acadêmico -, no seu âmbito mais útil  o da discussão e esclarecimento  não vem para a prática do mundo empresarial. Precisamos compreender que esse conhecimento é necessário nas empresas, podendo inclusive auxiliá-las no combate a práticas de corrupção”.

Forte abraço

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Entrevista NOSSO PROGRAMA-RIT – Ética na Sociedade

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Na ocasião tivemos a oportunidade de um breve bate-papo sobre a Ética na Sociedade. Falamos também das Virtudes e Vícios na formação dos filhos. Como a política necessita de pessoas não apenas com entendimento sobre o que fazer, mas a importância de sempre convidar o discurso da Ética para o “Esclarecimento”. A liberdade também foi um dos conceitos centrais do diálogo da Ética. Sem escolha não há por sua vez a possibilidade de sujeitos Éticos, por isso, ao entendermos esta condição de nossa existência, o que nos sobra no fim é um maior nível de compreensão sobre nossas responsabilidades.

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Vídeo Institucional – Éticas Consultoria

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Nosso vídeo Institucional lhe dará uma breve ideia do nosso projeto para o corporativo. Participe dos nossos Workshop e conheça o Inner Compliance-IC. E entenda como sua empresa pode desenvolver uma cultura Ética para as melhores práticas e condutas.

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O Mestre entre as Virtudes e os Vícios das Condutas – Compreendendo a Ética

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Filme: Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera

Na Grécia antiga a preocupação dos gregos estava na formação do homem virtuoso (apesar do vídeo tratar-se de uma cultura budista o intuito é revelar a condição humana). É exatamente nesse ponto que começamos a compreender que a Ética ganha o seu verdadeiro espaço. Nossas condutas estão ora em virtudes, ora em vícios.

A passagem de um estado para o outro é a própria manifestação da Ética. Quando nos encontramos em condutas viciosas é a Ética – como ciência – que fará o papel de observar e propor aquilo que chamaríamos de boa conduta ou conduta virtuosa.

No entanto, superando o discurso da obviedade, o vídeo nos mostra que é muito provável que nós seres humanos venhamos a nascer viciosos. Por um único motivo; nascemos humanos, mas precisamos buscar a nossa humanidade. Note então que entre o humano e a humanidade está em mesma medida a saída dos vícios para as virtudes.

Superar o discurso da obviedade quer dizer que tanto a Ética como a própria virtude não é uma condição natural da existência do homem, mas uma condição que se conquista em um processo contínuo de esclarecimento, assim como afirmara o filósofo Immanuel Kant em seu texto intitulado “O que é Esclarecimento”.

No processo que se conquista – esclarece – o universo das relações humanas, ao mesmo tempo quebra-se o discurso da obviedade e por sua vez a banalização do tema. Percebemos que ao falar sobre a Ética, vamos desbanalizando e ganhando autonomia e responsabilidade sobre si mesmo e sobretudo o outro.

O papel do mestre revela exatamente esse momento. Ele reconhece a conduta viciosa do garoto – condição natural de sua própria existência – e na qualidade de tutor o esclarece e o emancipa sobre sua conduta inapropriada. Nesse caso foi usado o caminho da antipatia X empatia.

O entendimento da ética entre vícios X virtudes se revela também no discurso entre antipatia X empatia.

Muitas vezes não agimos com responsabilidade nas relações simplesmente porque não foi caracterizado na relação a empatia. Quando o mestre sensibiliza o pequeno garoto a sair de seu estado de antipatia – em relação aos animais – para o estado de íntima compaixão, ou seja, colocar-se no lugar do outro, o estado vicioso se extirpa para dar lugar a futuras condutas virtuosas.

No entanto, vale ressaltar que mesmo atingindo essa condição de empatia, o discurso ou conduta Ética não será garantido para as próximas relações, pois mesmo com a nova experiência de empatia o garoto terá sempre que se convidar a responsabilidade da conduta Ética. Dizendo e se convidando sempre a seguinte questão: – Estou eu disposto mais uma vez agir com responsabilidade diante deste novo fato? Quero eu nesse momento ser responsável?

Por fim, a Ética é para o homem um eterno convite. Por outro lado, a sua liberdade lhe dará o direito a se convidar ou não a Ética; seja por empatia ou pelo simples princípio de ser ético.

Forte abraço

Samuel Sabino

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Conheça o Nosso Projeto

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Meu nome é Samuel Sabino. Sou o fundador da Éticas Consultoria.

A éticas Consultoria surgiu dentro do Universo Acadêmico, em meio a aulas de filosofia e bioética. Com o passar dos anos a ética foi gradativamente se revelando e justificando sua verdadeira importância para as relações humanas.

Notei com o passar do tempo que o discurso da ética não era tão simples compreender e que a grande maioria das pessoas tinham uma perspectiva limitada ou distorcida sobre sua verdadeira natureza.

Percebi também que o acesso a este tipo de conhecimento, sobretudo acadêmico, era limitado a poucas pessoas. E que a grande maioria da população não tinha um nível suficiente de esclarecimento.

Foi exatamente ao identificar a carência e a necessidade de melhor esclarecer os assuntos acerca da ética que surgiu o projeto Éticas Consultoria, mais especificamente o INNER COMPLIANCE – IC.

O INNER COMPLIANCE da Éticas Consultoria – www.eticas.com.br – é acessível a qualquer público, no entanto, o IC foi elaborado para o ambiente corporativo.

Nesse sentido encontraremos no IC a linguagem direcionada para o ambiente de trabalho, mas, paralelamente, no VLOG temas gerais ou específicos sobre ética também acontecerão.

A ideia central é criar uma familiaridade com a ciência da conduta – ética -, para que a médio e a longo prazo se desenvolva em nosso país, nossas empresas, nossos relacionamentos, cada vez mais uma cultura ética.

O século XXI nos revela a cada ano que passa que não somente haverá uma necessidade de nos preocuparmos com a qualidade dos produtos e serviços, mas que também haja qualidade na produção das condutas, ou seja, cada vez mais relações com maior nível de conduta ética.

Sejam todos bem-vindos ao universo da ética, afinal, ética é a ciência da felicidade e todos, indiscutivelmente, a buscam em todo momento.

Forte abraço

Samuel Sabino

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